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Colaboração para Conservação da Biodiversidade em Moçambique

26 Jul, 2017 – 8:15 am

Funcionários governamentais, especialistas internacionais em Conservação da Biodiversidade e a sociedade civil juntaram-se na última Terça-feira, em Maputo, para criar um caminho visando a gestão colaborativa das áreas de conservação em Moçambique. O objectivo é propor modelos adequados de co-gestão para Moçambique que respondam aos imperativos da sustentabilidade ecológica, económica e social.

A co-gestão consiste em o Governo, as comunidades locais e os investidores entrarem em um acordo formal para co-gestão de áreas de Conservação da Biodiversidade, a fim de proteger e gerir de forma sustentável os recursos que compõem a Biodiversidade. A co-gestão inclui a criação de estruturas organizacionais e de trabalho necessárias, para além de mecanismos de participação que assegurem uma cooperação transparente baseada na confiança entre os parceiros.

A discussão para avaliação dos modelos de co-gestão ocorreu numa Reunião Nacional sobre Modelos de co-gestão das Áreas de Conservação da Biodiversidade em Moçambique, uma iniciativa de parceria entre BIOFUND, o Programa da USAID para a Facilitação do Ambiente de Negócios para o Crescimento Económico (SPEED+), e a Administração Nacional das Áreas de Conservação (ANAC).

BIOFUND é o promotor da avaliação dos modelos de co-gestão que conta com o financiamento da USAID através do SPEED+, sendo a ANAC, como entidade nacional responsável pela gestão da rede das áreas de conservação, responsável pela implementação dos modelos.

Trata-se de uma consultoria cujo inicio foi através desta reunião que permitiu a partilha de experiências e facilitar o subsequente aprofundamento da pesquisa. Durante as discussões foram apresentadas experiências internacionais de co-gestão e boas práticas na Conservação da Biodiversidade, incluindo experiências de co-gestão de Moçambique, com enfoque para o Parque Nacional de Gorongosa, Reserva do Niassa, Reserva do Gilé, Parque Nacional das Quirimbas entre outros.

A gestão das áreas de conservação em Moçambique tem sido problemática devido a escassez de recursos técnicos e financeiros que respondam de forma adequada as actuais necessidades de operação e de investimento.

Dados existentes indicam que em Moçambique os custos de manutenção duma área de conservação estão estimados entre 80 e 120 dólares por km quadrado, por ano. É neste contexto que actualmente adoptou-se o novo paradigma de gestão das áreas de conservação, permitindo o estabelecimento de parcerias. A reunião nacional pretende lançar uma análise que permita, por um lado a definição de modelos aplicáveis para Moçambique e, por outro, criar condições que permitam atrair parcerias.

Foram definidos como passos seguintes, a adopção de um plano de trabalho, a condução de pesquisa sobre modelos de co-gestão através de entrevistas e visitas de campo, a elaboração do relatório preliminar com recomendações, a discussão do relatório preliminar em reunião nacional e a submissão e aprovação do relatório final.

Apresentaçao RNG 25.07.2017

Versao Final

Baghai & Lindsey – Collaborative Management Models in Africa – July 17

Biodiversity and Conservation Balanco 2017 – Madope

Co Management Models GRP_BIOFUND_Workshop_July2017

PPF – Biofund Co-Management Workshop – 25072017

Santuario Bravio 25 July

Updated African parks – Biofund presentation July 2017

WCS Presentation 25 July 2017

Workshop de co-gestão

Agenda do Workshop 24 07 17

Comunicado de Imprensa – Cogestao na Conservacao da Biodiversidade


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